Fraldas pra quem mais precisa

Missão cumprida! Segunda-feira estive no Shopping Leblon recolhendo as fraldas arrecadadas no meu chá de fraldas e também pelo próprio shopping, que fez campanha e prolongou o recebimento das doações até o fim da semana passada. Entreguei cerca de 100 pacotes diretamente na sede do Instituto da Criança, contando, é claro, com a ajuda do meu superassistente Felipe, que fez questão de carregar o que pôde. Meu profundo agradecimento por todas as contribuições.

Mesmo com a mala do carro e os bancos abarrotados, fazer as contas desanima um pouco. Uma única criança consome no primeiro ano de vida em torno de 50 pacotes. Qualquer ajuda faz diferença, mas a necessidade é tão grande, que bom mesmo seria se muitas outras mães adotassem a prática de oferecer chás de fraldas beneficentes.

Quero deixar bem claro que isso é apenas uma sugestão, e que compreendo perfeitamente que algumas mais, outras menos, precisam da ajuda que um chá de fraldas representa no orçamento familiar. E que também respeito a vontade de cada uma de querer usar ou não o evento como um pretexto para reunir os amigos. Só fique ligada (se a intenção for economizar) para não gastar com a produção muito mais do que vai arrecadar de fraldas. O melhor dos mundos é quando parentes ou amigas mais próximas se cotizam para oferecer o chá para a futura mamãe.

Na gravidez do Felipe não tive energia para organizar nada e ganhei da madrinha dele e de outras oito amigas muito queridas um chá de fraldas surpresa. Fui parar na casa da dinda em plena terça-feira por conta de um despretensioso convite para jantar. Ao chegar lá, me deparei com a turma, que havia encomendado um delicioso bolo decorado e alguns docinhos caprichados. Lindo, singelo, íntimo. Sabem o que foi mais marcante? Me sentir cercada de tanto amor e carinho.

 

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